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Visita à Pinacoteca



No sábado, dia 26, o Grupo Chaverim teve a oportunidade de ir à Pinacoteca, ver a exposição de Antonio Obá, um artista com uma carreira de vinte anos, cuja exposição refletia sua trajetória marcada por três pilares: rememoração de eventos históricos, atribuição de novos significados a esses eventos e ênfase na educação. Antonio Obá, nascido em 1983, tem uma abordagem artística que incorpora história e simbolismo, e suas exposições recentes incluem mostras em Amsterdã, Pequim e São Paulo. Sua perspectiva é enraizada na educação, refletindo sua experiência como professor de artes para crianças por muitos anos.


"Foi um passeio diferente e divertido, adorei conhecer os espaços que eu não conhecia ainda",

disse o participante Alexandre Moghrabi. E ele não foi o único que se sentiu assim, Allan Zac também gostou bastante da visita,

"Eu achei o passeio bem divertido e informativo",

e ainda destacou que sua parte preferida foi ouvir sobre as explicações de cada obra.

"Eu gostei de todas as obras, mas acho que eu gostei mais das mãos".


(Participantes do Grupo Chaverim sentados ouvindo às explicações sobre as obras)


Allan está se referindo a uma instalação chamada "Revoada", que ganhou destaque na exposição. Ela é composta por 200 pares de mãos de crianças moldadas em resina, relacionada ao contexto do museu, originalmente destinado à educação. Essa foi a obra que mais marcou os nossos participantes.

(Participantes do grupo Chaverim embaixo da obra "Revoada")


"Eu adoro ver obras de arte e eu adorei ver as mãozinhas penduradas, feitas com resina"

comentou Lais Taieb. Décio Zatyrko também se sentiu tocado pela obra e comentou que ela

"Representa a liberdade e as possibilidades, que todos somos livres".

(participantes do Grupo Chaverim de costas para a câmera, abreciando uma das pinturas de Obá)

Além da "Revoada", a exposição inclui 20 pinturas com temas infantis que exploram a infância de forma consciente e transformadora. Dentre os quadros, o que mais chamou a atenção dos participantes foi o "Quem toma a vida pelas rédeas abre caminhos", que os fez debater sobre o que a moça estaria pensando, as respostas "no futuro", "na vida" e "vendo o horizonte" foram as mais comuns.


(Foto da obra "Quem toma a vida pelas rédeas abre caminhos")

A visita se encerrou com um pequeno pulo na cafeteria e na lojinha, onde todos puderam parar para descansar e refletir sobre a incrível exposição que tinham acabado de ver.

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