Entrevista - Adriana Abramczyk

Atualizado: 17 de fev.

Madrichá (monitora) do Grupo Chaverim há muitos anos, Adriana conta sobre sua trajetória na instituição.


Glossário

Madrichim - monitores (plural)

Madrichá - monitora

Chanichim - participantes do Chaverim (plural)

Chanich - participante do Chaverim (singular)


Adriana Thaiz Abramczyk


Psicóloga, 47 anos e há 15 anos já faz parte da equipe de madrichim do Grupo Chaverim, com muitos anos mais como voluntária.


Adriana atua nas atividades de fim de semana, momento em que nossos participantes visitam diversos lugares na cidade de São Paulo e realizam atividades no Clube Hebraica, sempre acompanhando a sociabilização dos participantes do Chaverim.


Ela conta um pouco sobre sua história no Grupo Chaverim.



- Há quanto tempo está no Chaverim e como você o conheceu?


Conheci o Chaverim em um estágio da faculdade em 1997 e me apaixonei pela proposta desenvolvida. Fiquei um tempo como voluntária e depois sai porque comecei a trabalhar em outro lugar. Em 2006 soube que precisavam de madrichim e fui conversar com a Dani Karmeli. Voltei ao Chaverim em julho de 2006 na atividade do Dia do Amigo.


- Como madrichá, qual é seu principal objetivo com os chanichim nas atividades?


São vários os objetivos: que eles sejam protagonistas da própria vida, o desenvolvimento da autonomia, que eles possam fazer escolhas, debater algum tema, inclusão social e abordar a cultura judaica.


- Em que momento você percebeu ou percebe que fez diferença e conseguiu seu objetivo?


Isso acontece quando temos o papel de mediadores no grupo, avaliando a situação e dando ideias. Ocorre também quando percebo uma mudança de atitude em algum Chanich ou quando algum familiar comenta algo. Quando consigo estabelecer um bom vínculo com os chanichim e familiares. E quando os chanichim nos dizem o quanto o Chaverim é importante para eles.



- Como foi realizar as atividades de fim de semana, pensando na sociabilização dos chanichim em meio à pandemia?


No começo da pandemia foi mais complicado e tivemos que ir em busca de estratégias para este novo aprendizado. O trabalho em equipe foi fundamental para termos uma atuação positiva e superarmos vários obstáculos. Pensamos em atividades lúdicas que pudessem entretê-los e também fazer com que eles pensassem a respeito.



- Qual foi o momento mais marcante no Chaverim que você lembra?


Difícil pensar em um momento mais marcante diante de vários, mas penso que a viagem a Israel tenha sido uma grande conquista e um marco.



- Como você espera que o Chaverim esteja daqui uns anos?


Sabemos que tem mais pessoas que se beneficiaram com o Chaverim. Penso que daqui a alguns anos possam ter mais chanichim envolvidos com uma maior divulgação da proposta.



- Defina o Chaverim em uma palavra.

Amor.



Keise Tiffany

Comunicação e Divulgação

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